Toda a gente conta que os exames correram bem. A mim também, mas acho que vai uma diferençazinha entre o fazer o acontecer (significando que - vai muito do correr bem ao sair-se bem). Eu cá não me posso queixar, com um 17 a português acho que me saí bastante bem para quem passou o 12º ano a olhar para o tecto e a dormir nas aulas, e a ter negativas altas nos testes porque não lhe apetecia ler o Memorial do Convento... A inglês também acho que me safei bem... tive um 18zinho, e acima de tudo, passei a filosofia com 14 o que já me deixou feliz o quanto baste.
Agora, tenho uma aula de yoga à minha espera, aconselho que fiquem a ver o Tributo ao Michael Jackson (agora está o Martin Luther King III a discursar, aquele homem é um poder).
paz em todos,
-perrault
PS: O Continente telefonou-me para uma entrevista e eu feita estúpida deixei o telemóvel em casa! Bahhhhhhhh vida cruel (como eu anseio ser caixa do Continente --')!!!
terça-feira, 7 de julho de 2009
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No livro "O Memorial Do Convento", só custa a ler o primeiro capítulo. Depois de te habituares á escrita do nosso Nóbel (ou será Nobél? whatever...) vais achar piada á estória, que também tem muito de História.
ResponderEliminarComo nota de recorte deixo-te uma confidência: sempre quis ser chefe de secção num hipermercado.
Atenciomente,
Bri - Proporção Áurea